segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Falta de nutrientes na coluna pode causar dores nas costas



Segundo um estudo de especialistas do Instituto de Bioengenharia da Catalunha (IBEC), em artigo publicado na revista PLoS Computational Biology, a pressão exercida sobre os discos da coluna pelo levantamento excessivo de peso pode danificá-los ao reduzir o fluxo de nutrientes até eles.

Como este tipo de pesquisa não poderia ser conduzida em seres humanos vivos, os pesquisadores usaram modelos computadorizados dos discos humanos e observaram os efeitos nutricionais e mecânicos da pressão exercida sobre os discos na parte inferior da coluna.

Estudos anteriores indicavam que 80% da população ativa sofre de dores na parte inferior das costas em algum momento da vida, mas pouco se sabe sobre o processo que degenera os discos da coluna.

Os especialistas dizem que um nível normal de pressão ajuda a nutrição das células. Mas a pesquisa feita na Espanha mostra que as pressões excessivas nos discos influenciam negativamente a quantidade de glicose e ácido láctico presentes no disco. As células precisam de glicose, mas o excesso de ácido láctico pode ser prejudicial porque ele interrompe a nutrição e pode dar inicio ao processo degenerativo. A interrupção do balanço nutricional nos discos pode acarretar em doenças degenerativas, que causam dores extremante incômodas para os pacientes.

Pesquisa comprova: obesidade começa no supermercado




Éverton Oliveira - Redação Saúde Plena

Uma pesquisa da Latin Panel, empresa especializada em painéis de mercado, e divulgada pela Revista Saúde, traçou o comportamento de consumo de 25 mil brasileiros com idade superior a 7 anos e concluiu que os obesos lotam o carrinho de ingredientes calóricos. “Tudo começa com a dona de casa que não segue a lista de alimentos realmente necessários”, diz Ana Cláudia Fioratti, diretora responsável pela pesquisa. “Ela acaba levando outros produtos por impulso, especialmente se estiver com fome no momento da compra”.

O exagero na despensa vai parar na mesa. Trinta e cinco por cento das famílias residentes no interior fazem mais comida do que conseguem comer — nas capitais, 29% das casas também têm esse costume. O farto cardápio de quitutes facilita os beliscos entre as refeições — 35% dos interioranos e 40% dos moradores das capitais admitiram o deslize.

Naturalmente, esse não é o único fator condicionante da obesidade. Mas a variedade de itens adquiridos no supermercado se mostra um relevante indicador da qualidade da alimentação das famílias. Apesar de 41 % dos brasileiros estarem acima do peso, os costumes alimentares continuam pouco saudáveis. Os salgadinhos, por exemplo, são consumidos em 66% das casas com obesos.

A alimentação saudável começa na ida ao supermercado, mas passa por vários outros fatores como o nível de sedentarismo e a conscientização. O indivíduo não precisa esperar a obesidade se instalar para só então recorrer à atividade física.

Também é importante estar atento ao que te faz comer mais. Observar quais são os fatores que aumentam sua ansiedade (a presença de alguém, estar em determinado lugar, fazer um determinado serviço, etc.) e os que a diminuem (dar uma volta, falar com um conhecido, tomar algum tipo de calmante ou praticar uma atividade física). É interessante, também, evitar comprar alimentos muito calóricos, que você sabe que vai consumir nas horas de ansiedade. Eu sempre achei que “a obesidade começa no supermercado”
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Trekking favorece musculatura em contato com a natureza



Éverton Oliveira - Redação Saúde Plena

Toda caminhada pode ser prazerosa. Mas andar sem pressão de tempo, de metas e ainda conhecer a natureza e fugir do caos da cidade parece ser perfeito. Este o grande diferencial do trekking: proporcionar a realização de atividades físicas que fazem muito bem ao corpo e ainda permitir ao praticante desfrutar da beleza do meio ambiente. Tudo isso faz do trekking, a caminhada realizada por trilhas entre florestas, riachos e montanhas naturais, um esporte muito agradável.

Para iniciar a prática, o trekking não exige grandes investimentos. O tênis deve ser escolhido de modo que seja o mais confortável possível. Os novos não são recomendados para a caminhada. O uso de um tênis específico para esse esporte, que costuma ter o cano mais alto, é importante pode evitar torções no tornozelo. Repelente, filtro solar e roupa confortável podem tornar a prática menos desgastante e fazer com que o indivíduo queira continuar praticando a atividade. Tudo isso com a companhia de uma boa mochila para colocar dentro somente o necessário: uma roupa reserva e alimentos leves como frutas e barra de cereais. Água também é essencial. Em certos locais uma bússola pode ser necessária.

O iniciante não precisa ter um condicionamento extremante atlético. Qualquer um pode começar a praticar. Mas, assim como em qualquer esporte, é preciso conhecer os próprios limites. Uma visita anterior ao médico pode ajudar muito a evitar problemas nos joelhos e demais articulações envolvidas. Pense em todas as adversidades e planeje cada ação neste esporte e tudo correrá muito bem.

O trekking vem se tornando um dos esportes de aventura mais praticados no Brasil porque os benefícios para o corpo são enormes. A caminhada trabalha principalmente os membros inferiores, fortalecendo os ossos, músculos, tendões e ligamentos, principalmente das pernas, eliminando o estresse e trazendo grande bem estar. Para se ter uma ideia, especialistas estimam que o corredor que treina fazendo trekking minimiza em até 50% o risco de sofrer uma contusão e até mesmo de virar o pé no dia a dia. O exercício também favorece a resistência aeróbica e cardiovascular e desenvolve a precisão, uma vez que o praticante se depara com diversas situações inusitadas no percurso.

Os percursos podem ser curtos ou longos, importando apenas o prazer em caminhar. Mas o esporte exige muitos cuidados para não trazer prejuízos. Movimentos acidentais podem causar lesões, caso o praticante não esteja totalmente preparado. Também há o risco de se perder em um caminho pouco movimentado. É necessário prestar bastante atenção por onde passa, para saber o caminho de volta e evitar que você se perca. Por isso, durante o percurso, é importante andar somente em áreas onde já existam trilhas marcadas. Atenha-se a elas e não estabeleça novas trilhas, por uma questão de segurança e respeito à fauna e à flora. Obter o máximo de informações possíveis sobre a expedição e checar detalhadamente o tipo de terreno que você vai encontrar no percurso torna o passeio mais agradável.

Mulheres: não dá mais para fugir da musculação



Apesar de não ser a atividade que mais atrai as mulheres, algumas boas verdades sobre este tipo de exercício precisam ser ditas. Conversamos com o treinador físico, Carlos Sapucaia, que nos contou tudo o que uma mulher precisa saber. A começar que você, do sexo feminino, jamais vai perder a feminilidade com o treino, sabe por quê? Mulheres não possuem testosterona suficiente para ficarem grandes, explica Carlos. O que a musculação faz pelas meninas (somada a uma dieta adequada) é tonificar os músculos, torná-los mais firmes e definidos. O treino de musculação fortalece e tonifica os músculos que estão abaixo da pele e da camada de gordura subcutânea. “A definição é quando eu vejo o contorno, o desenho dos músculos, e isso só é possível ao “queimar” a gordura subcutânea, aproximando a pele do músculo. É MITO que a musculação vai deixá-las grandes, por conta disso evitam pegar os pesos mais pesados, optando sempre pelos leves, ficando sem resultado e realizando treinos monótonos. Acaba uma bola de neve. Um medo puxa o outro, infelizmente.” Quando o treinador Carlos Sapucaia se refere à bola de neve, quer dizer sobre o que acontece em boa parte dos casos vistos: quando a mulher finalmente decide treinar, ela espera conseguir treinar. “O que quero dizer é que muitas vezes, com a academia cheia, é comum pedirmos para os alunos revezarem o mesmo aparelho/banco se por acaso precisarem fazer no mesmo momento o mesmo exercício. Mulheres, geralmente, não se sentem à vontade em revezá-los.”

Idade para começar Uma dúvida bastante comum é respondida pelo treinador físico. Após a puberdade, início da adolescência, já se pode começar a fazer musculação. Porém não é indicado praticar em nível competitivo. Por volta dos 13, 14 anos, já é possível realizar a atividade com objetivos de obter bem-estar, condicionamento físico geral, sem grandes pretensões de força máxima. Então só falta começar. Carlos explica que a musculação deve ser feita de 2 a 3 vezes por semana no mínimo. Se a pessoa conseguir ter um descanso eficiente, pode até fazer mais vezes (é no descanso que conseguimos os ganhos do treinamento). A musculação pode, e em muitos casos, deve ser feita a vida inteira. Questões estéticas…
A musculação ajuda a prevenir ou diminuir a celulite? É possível eliminar a gordura na barriga? “A musculação contribui para o emagrecimento, queima de gordura, redução de celulites (gordura), desde que a DIETA esteja alinhada. Não dá para aceitar uma pessoa que está disposta a treinar corretamente, e não está disposta a mudar seus hábitos alimentares.” E acrescenta, “podemos dizer que alimentação corrige falha de treino, mas treino não corrige falha de alimentação! A gordura na barriga não passa de um estoque de energia (calorias ingeridas não gastas). É preciso adotar estratégias de treino aliada à alimentação para queimar este estoque”.

Idosos passam a usar menos remédios com atividade física




Éverton Oliveira - Redação Saúde Plena

Um programa do Rio de Janeiro prova que atividade física é sinônimo de saúde. Na prática. 56% dos hipertensos diabéticos e obesos inscritos no Programa Academia Carioca de Saúde, que funciona em 25 unidades municipais de saúde, conseguiram reduzir a dosagem e a quantidade de remédios. E 2% deixaram de precisar de remédios, segundo levantamento do programa, que completou dois anos.

O levantamento mostrou ainda que 72% dos alunos perderam peso, 97% conseguiram controlar a pressão e 86% dos diabéticos reduziram as taxas de glicemia.

Junia Cardoso, responsável pelo Programa da Secretaria Municipal de Saúde, explica que o exercício faz com que o corpo produza substâncias que diminuem pressão e a glicose. "A consequência é a diminuição da necessidade de remédios. Mas é bom lembrar que só o médico pode diminuir as dosagens".

O exercício físico é remédio também contra depressão, problema cardiovasculares e ajuda a prevenir alguns tipos de cânceres. Atento aos benefícios, o Ministério da Saúde lançou o programa Academia da Saúde, que visa estimular a criação de espaços para a prática de exercícios nos municípios.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Hidratação adequada pode deixar estrias longe do seu corpo




Éverton Oliveira - Redação Saúde Plena

As estrias são resultado da quebra das fibras de colágeno e elastina, que após o rompimento na derme ficam desorganizadas e dão origem as linhas vermelhas e esbranquiçadas. Especialistas lembram que as estrias aparecem tanto em homens quanto em mulheres. Mas o sexo feminino sofre bem mais com o problema. Nas mulheres, as regiões mais afetadas do corpo são os seios, bumbum, coxas, braços e abdômen. Determinadas pessoas apresentam o problema mesmo com pouca distensão da pele, e outras não desenvolvem o problema mesmo na gravidez, quando o estiramento da pele é maior.

As estrias se devem a dois fatos: a perda de elasticidade da pele e o efeito sanfona de engordar e emagrecer. A partir daí podemos perceber como o aparecimento de estrias se relaciona com a alimentação, já que a pele precisa de certos nutrientes para manter a elasticidade de que precisa.

Estudiosos ressaltam que ainda existem poucos recursos estéticos para o tratamento e nenhum garante total desaparecimento, mas que o importante é pelo menos prevenir seu aparecimento, fazendo a hidratação adequada. Hidratar intensamente a pele com cremes e ingerir pelo menos quatro copos grandes de água por dia (aproximadamente 1 litro) evitam o aparecimento de estrias.

Além disso, para reduzir as estrias, além de ingerir bastante água e hidratar a pele, os especialistas indicam uma dieta especial. Confira quais são as dicas para diminuir as estrias:




Incorpore fibras em sua alimentação, elas ajudam a eliminar as toxinas;

Evite carne vermelha e prefira sempre os cortes magros ou a carne branca, como frangos;

Evite o consumo de doces;

Prefira frutas para sobremesa;

Se consumir álcool, compense no dia seguinte com uma maior ingestão de água;

Alimente-se de 3 em 3 horas.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Confira lista de 69 novos procedimentos que operadoras de planos de saúde devem incluir até janeiro

Procedimentos incluídos no processo de atualização do rol de procedimentos e eventos em saúde:

NOME DO PROCEDIMENTO

1. BLOQUEIO ANESTÉSICO DE PLEXOS NERVOSOS (LOMBOSSACRO, BRAQUIAL, CERVICAL) PARA TRATAMENTO DE DOR
2. ANGIOTOMOGRAFIA CORONARIANA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)
3. ESOFAGORRAFIA TORÁCICA POR VIDEOTORACOSCOPIA
4. REINTERVENÇÃO SOBRE A TRANSIÇÃO ESÔFAGO GÁSTRICA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
5. TRATAMENTO CIRÚRGICO DO MEGAESOFAGO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
6. GASTRECTOMIA COM OU SEM VAGOTOMIA/ COM OU SEM LINFADENECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
7. VAGOTOMIA SUPERSELETIVA OU VAGOTOMIA GÁSTRICA PROXIMAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA
8. LINFADENECTOMIA PÉLVICA LAPAROSCÓPICA
9. LINFADENECTOMIA RETROPERITONEAL LAPAROSCÓPICA
10. MARSUPIALIZAÇÃO LAPAROSCÓPICA DE LINFOCELE
11. CIRURGIA DE ABAIXAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
12. COLECTOMIA COM ÍLEO-RETO-ANASTOMOSE POR VIDEOLAPAROSCOPIA
13. ENTERO-ANASTOMOSE POR VIDEOLAPAROSCOPIA
14. PROCTOCOLECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
15. RETOSSIGMOIDECTOMIA ABDOMINAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA
16. ABSCESSO HEPÁTICO - DRENAGEM CIRÚRGICA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
17. COLECISTECTOMIA COM FÍSTULA BILIODIGESTIVA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
18. COLÉDOCO OU HEPÁTICO-JEJUNOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
19. COLÉDOCO-DUODENOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
20. DESCONEXÃO ÁZIGOS - PORTAL COM ESPLENECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
21. ENUCLEAÇÃO DE TUMORES PANCREÁTICOS POR VIDEOLAPAROSCOPIA
22. PSEUDOCISTO PÂNCREAS - DRENAGEM POR VIDEOLAPAROSCOPIA
23. ESPLENECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
24. HERNIORRAFIA COM OU SEM RESSECÇÃO INTESTINAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA
25. AMPUTAÇÃO ABDÔMINO-PERINEAL DO RETO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
26. COLECTOMIA COM OU SEM COLOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
27. COLECTOMIA COM ILEOSTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
28. DISTORÇÃO DE VOLVO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
29. DIVERTÍCULO DE MECKEL - EXÉRESE POR VIDEOLAPAROSCOPIA
30. ENTERECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA
31. ESVAZIAMENTO PÉLVICO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
32. FIXAÇÃO DO RETO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
33. PROCTOCOLECTOMIA COM RESERVATÓRIO ILEAL POR VIDEOLAPAROSCOPIA
34. CISTO MESENTÉRICO - TRATAMENTO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
35. DOSAGEM QUANTITATIVA DE ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIA MUITO LONGA PARA O DIAGNÓSTICO DE ERROS INATOS DO METABOLISMO (EIM)
36. MARCAÇÃO PRÉ-CIRÚRGICA POR ESTEREOTAXIA, ORIENTADA POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
37. COLOBOMA - CORREÇÃO CIRÚRGICA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)
38. TRATAMENTO OCULAR QUIMIOTERÁPICO COM ANTIANGIOGÊNICO (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)
39. TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)
40. POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO DE ESTADO ESTÁVEL - PEAEE (STEAD STATE)
41. IMPERFURAÇÃO COANAL - CORREÇÃO CIRURGICA INTRANASAL POR VIDEOENDOSCOPIA
42. ADENOIDECTOMIA POR VIDEOENDOSCOPIA
43. EPISTAXE - CAUTERIZAÇÃO DA ARTÉRIA ESFENOPALATINA COM OU SEM MICROSCOPIA POR VIDEOENDOSCOPIA
44. AVALIAÇÃO ENDOSCÓPICA DA DEGLUTIÇÃO (FEES)
45. ÁCIDO METILMALÔNICO, PESQUISA E/OU DOSAGEM
46. AMINOÁCIDO NO LÍQUIDO CEFALORAQUIDIANO
47. PROTEÍNA S LIVRE, DOSAGEM
48. CITOMEGALOVÍRUS APÓS TRANSPLANTE DE RIM OU DE MEDULA ÓSSEA POR REAÇÃO DE CADEIA DE POLIMERASE (PCR) - PESQUISA QUANTITATIVA
49. VÍRUS EPSTEIN BARR APÓS TRANSPLANTE DE RIM POR REAÇÃO DE CADEIA DE POLIMERASE (PCR) - PESQUISA QUANTITATIVA
50. DETERMINAÇÃO DOS VOLUMES PULMONARES POR PLETISMOGRAFIA OU POR DILUIÇÃO DE GASES
51. RADIOTERAPIA CONFORMADA TRIDIMENSIONAL - PARA SISTEMA NERVOSO CENTRAL (SNC) E MAMA
52. EMASCULAÇÃO PARA TRATAMENTO ONCOLÓGICO OU FASCEÍTE NECROTIZANTE
53. PROSTATAVESICULECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
54. REIMPLANTE URETEROINTESTINAL LAPAROSCÓPICO
55. REIMPLANTE URETEROVESICAL LAPAROSCÓPICO
56. IMPLANTE DE ANEL INTRAESTROMAL (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)
57. REFLUXO GASTROESOFÁGICO - TRATAMENTO CIRÚRGICO POR VIDEOLAPAROSCOPIA
58. TERAPIA IMUNOBIOLÓGICA ENDOVENOSA PARA TRATAMENTO DE ARTRITE REUMATÓIDE, ARTRITE PSORIÁTICA, DOENÇA DE CROHN E ESPONDILITE ANQUILOSANTE (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO)

PROCEDIMENTOS CUJA DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO (DUT) FOI ALTERADA NO NOVO ROL DE PROCEDIMENTOS E EVENTOS EM SAÚDE

59. OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para inclusão da cobertura ao tratamento do pé diabético
60. ANÁLISE MOLECULAR DE DNA: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para cobertura da análise dos genes EGFR, K-RAS e HER-2
61. IMPLANTE COCLEAR: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para incluir o implante bilateral
62. PET-SCAN ONCOLÓGICO: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para pacientes portadores de câncer colo-retal com metástase hepática potencialmente ressecável
63. COLOCAÇÃO DE BANDA GÁSTRICA POR VIDEOLAPAROSCOPIA: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para colocação de banda gástrica do tipo ajustável e por via laparoscópica
64. GASTROPLASTIA (CIRURGIA BARIÁTRICA): Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para incluir a colocação por videolaparoscopia
65. CONSULTA/SESSÃO COM TERAPEUTA OCUPACIONAL: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para pacientes com disfunções de origem neurológica e pacientes com disfunções de origem traumato/ortopédica e reumatológica
66. CONSULTA COM NUTRICIONISTA: Adequação da Diretriz de Utilização (DUT) para:
1.a. Crianças com até 10 anos em risco nutricional (< percentil 10 ou > percentil 97 do peso / altura);
1.b. Jovens entre 10 e 20 anos em risco nutricional (< percentil 5 ou > percentil 85 do peso/ altura);
1.c. Idosos (maiores de 60 anos) em risco nutricional ( Índice de Massa IMC <22 Kg/ m);
1.d. Pacientes com diagnóstico de Insuficiência Renal Crônica.
2. Cobertura obrigatória de no mínimo 18 sessões por ano de contrato para pacientes com diagnóstico de Diabetes Mellitus em uso de insulina ou no primeiro ano de diagnóstico

ALTERAÇÕES À RESOLUÇÃO NORMATIVA QUE MODIFICAM A COBERTURA OBRIGATÓRIA

67. DEFINIÇÃO DAS DESPESAS A SEREM COBERTAS PARA O ACOMPANHANTE DURANTE O PRÉ-PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO, QUE DEVEM INCLUIR TAXAS DE PARAMENTAÇÃO, ACOMODAÇÃO E ALIMENTAÇÃO
68. DEFINIÇÃO DE QUE A COBERTURA DAS DESPESAS COM ACOMPANHANTE DURANTE O PÓS-PARTO IMEDIATO DEVEM SE DAR POR 48H, PODENDO ESTENDER-SE POR ATÉ 10 DIAS, QUANDO INDICADO PELO MÉDICO ASSISTENTE
69. DEFINIÇÃO DE QUE NOS PROCEDIMENTOS DA COBERTURA OBRIGATÓRIA QUE ENVOLVAM A COLOCAÇÃO, INSERÇÃO OU FIXAÇÃO DE ÓRTESES, PRÓTESES OU OUTROS MATERIAIS, A SUA REMOÇÃO OU RETIRADA TAMBÉM TEM COBERTURA ASSEGURADA

- Procedimentos excluídos no processo de atualização do rol de procedimentos e eventos em saúde

1. Paracentese do tímpano com anestesia geral (Motivo de exclusão: Procedimento contemplado em PARACENTESE DO TÍMPANO ? MIRINGOTOMIA?, já está presente no Rol)
2. Ressecção prostática (Motivo de exclusão: Procedimento contemplado em ?PROSTATECTOMIA?, já está presente no Rol)
3. Decay do reflexo estapédico (Motivo de exclusão: Procedimento contemplado em ?MEDIDAS DE IMITÂNCIA ACÚSTICA?, já está presente no Rol)
4. Exérese de tumor de esclera (Motivo de exclusão: Procedimento obsoleto)
5. Embolização de artéria uterina (DUT) (Motivo de exclusão: Sem evidência científica de seus benefícios à saúde - Não aprovado pela Comissão de Incorporação de Tecnologias do Ministério da
Saúde - CITEC/Ministério da Saúde)

Fonte: ANS