terça-feira, 1 de junho de 2010

Trate bem do seu estômago

Vão aí algumas dicas:

1. Faça 3 refeições diárias obedecendo o horário do desjejum, almoço e o jantar.

2. Se o intervalo entre o almoço e o jantar ultrapassar habitualmente 6 horas, faça um lanche no meio da tarde.

3. Procure alimentar-se devagar, mastigando bem os alimentos.

4. Procure não dormir e estomago cheio e evite ingerir alimentos no meio da noite.

5. Dietas ricas em fibras, como as frutas, previnem o câncer gástrico, ajudam na normalização do funcionamento do intestino e são benéficas no tratamento de úlceras e gastrites.

6. O fumo dificulta a cicatrização da úlcera. Deixar de fumar é o ideal, mas reduzir o número de cigarros diários ajuda bastante.

7. Evite tomar aspirinas, antigripais e comprimidos para dor em geral, pois podem provocar a irritação da mucosa do estômago.

8. Evite refeições pesadas e gordurosas como feijoada, dobradinha, churrasco etc.

9. Evite frituras em geral, como pastéis, bifes à milanesa, cochinhas, etc.

10. Alimentos muito condicionados como Picles, alguns legumes como pimentão e berinjela são de difícil digestão. Se você perceber que seu estômago não aceita esses alimentos, evite-os.

11. Leite é estimulante da Secreção Ácida não ajuda no tratamento de doenças do estomago. Porém o leite possui propriedades nutritivas importantes devido ao conteúdo do cálcio. Tome leite com moderação. 4 copos por dia é o suficiente.

12. Suco de laranja e outros cítricos são fortemente ácidos. Os refrigerantes são bebidas ácidas e gasosas que além de irritarem o estômago causam desconforto devido à expansão dos gases.
Prefira tomar água sem gás.

13. Bebidas alcoólicas, quando tomadas de estomago vazio, são irritantes da mucosa do estomago e causa desconforto desnecessário.
Não beba em excesso ou com estomago vazio.

14. Não há dados que comprovem que os males do consumo excessivo do cafezinho são devidos a cafeína ou ao açúcar. Se você tolera menos café do que outras pessoas, experimente substituir o adoçante ou tomar menos xícara por dia.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Escovar pouco os dentes aumenta risco de doenças cardíacas

 
 
 

Gengiva e coração

Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.

O estudo feito nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia confirmou pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.

Entupimento das artérias

Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.

No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas.

Os participantes do estudo deram informações sobre seus hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista.

Além disso, também foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.

Eventos cardiovasculares

Ao todo, seis em cada dez pessoas afirmaram ir ao dentista uma vez a cada seis meses, e sete em dez afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia.

Ao longo dos oito anos de pesquisa foram registrados 555 "eventos cardiovasculares", como infartes, dos quais 170 foram fatais.

Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.

Higiene bucal e doenças do coração

A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é "causal ou meramente um marcador de risco".

O assessor científico da Associação Dentária Britânica, Damien Walmsley, afirmou que ainda não está claro se existe uma relação definitiva de causa e efeito entre higiene oral e doenças cardíacas.

"Qualquer que seja a posição verdadeira, pode-se dizer com certeza que se as pessoas escovarem os dentes duas vezes por dia com pasta de dente com flúor, visitar o dentista regularmente e restringir o consumo de doces à hora da refeição, vai ajudar muito a manter as gengivas e dentes em bom estado por toda a vida."

sábado, 29 de maio de 2010

Escovar pouco os dentes aumenta risco de doenças cardíacas

Gengiva e coração

Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.

O estudo feito nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia confirmou pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos.

Entupimento das artérias

Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.

No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas.

Os participantes do estudo deram informações sobre seus hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista.

Além disso, também foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.

Eventos cardiovasculares

Ao todo, seis em cada dez pessoas afirmaram ir ao dentista uma vez a cada seis meses, e sete em dez afirmaram escovar os dentes duas vezes por dia.

Ao longo dos oito anos de pesquisa foram registrados 555 "eventos cardiovasculares", como infartes, dos quais 170 foram fatais.

Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.

Higiene bucal e doenças do coração

A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é "causal ou meramente um marcador de risco".

O assessor científico da Associação Dentária Britânica, Damien Walmsley, afirmou que ainda não está claro se existe uma relação definitiva de causa e efeito entre higiene oral e doenças cardíacas.

"Qualquer que seja a posição verdadeira, pode-se dizer com certeza que se as pessoas escovarem os dentes duas vezes por dia com pasta de dente com flúor, visitar o dentista regularmente e restringir o consumo de doces à hora da refeição, vai ajudar muito a manter as gengivas e dentes em bom estado por toda a vida."

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Boca pode ser origem de dor de cabeça e ouvido


 

É comum dores de cabeça, de ouvido, pescoço e até nas costas serem associadas e tratadas como enxaqueca, otite e outras que apresentam sintomas semelhantes. O que muita gente não sabe, até mesmo profissionais da área médica, é que a origem dessas dores pode estar na boca, mais precisamente no posicionamento dos dentes e na postura mandibular.

O alerta é do cirurgião-dentista Nívio Fernandes Dias, mestre em Dentística e pós-graduado em disfunção craniomandibular pela USP de Bauru. O tratamento desse tipo de disfunção é hoje caracterizado como uma especialidade da Odontologia.

"Os sintomas das disfunções temporomandibulares costumam ser confundidos com os de outras doenças. Têm pessoas que sentem dor de cabeça crônica e passam a vida tomando analgésicos, sem saber que sofrem, na verdade, de disfunção. Inicialmente ela provoca uma dor eventual e, se não tratada, evolui para inflamação muscular, que limita as funções mastigatórias.

O paciente sente dificuldade para abrir a boca, dor ao bocejar e ao triturar alimentos mais duros. O quadro pode se agravar ainda mais com dor generalizada na região da cabeça", diz Nívio Dias, que é também especialista em Periodontia e professor assistente de Dentística na Universidade Metropolitana de Santos (Unimes).

Causas Possíveis

• Restaurações e próteses mal executadas

• Má posição dos dentes

• Ausência de dentes

• Hábitos parafuncionais (bruxismo, por exemplo)

(nem todas as pessoas que apresentam estas situações vão sofrer de disfunções craniomandibulares, pois cada indivíduo apresenta uma tolerância aos agentes desencadeadores das disfunções)

Sintomas

• Estalos nas articulações

• Zumbido e dores no ouvido

• Cansaço no rosto ao mastigar

• Dificuldade de abrir a boca

• Dores na cabeça

• Dores na região do pescoço e nuca

• Dores nas costas

Cuidados preventivos

• Não aceitar "restauração alta". Não existe o termo "você vai se acostumar". O paciente deve sair do consultório sentindo-se confortável

• Evitar perdas de dente sem a devida reposição

• Controlar o estresse

terça-feira, 25 de maio de 2010

Como anda sua memória? Faça o teste...

Muitas pessoas têm problemas de memória e não se preocupam com isso, acreditam que seja algo normal. Naturalmente, o ser humano esquece 90% do que aprende, mas quando os "brancos" se tornam frequentes é sinal de que é preciso rever rotinas. Com exceção de lesões e doenças degenerativas, como o Alzheimer, a memória é prejudicada por estresse, depressão, sono insuficiente, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, pressão arterial alta e uso de medicamentos.


 

Em condições como essas, ocorrem falhas na memória porque as sinapses, conexões entre os neurônios, ficam inibidas, alteradas ou em número reduzido, explica o pesquisador Iván Izquierdo, coordenador do Centro de Memória da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).


 

A perda fisiológica de neurônios é algo que todos experimentam naturalmente ao longo da vida. Mas maus hábitos cotidianos aceleram ou potencializam esse efeito. O estresse é capaz de ativar uma enzima no cérebro, a quinase protéica C, que prejudica a memória de curto prazo e outras funções no córtex pré-frontal, área do cérebro envolvida em decisões, comprovou uma pesquisa da Escola Média de Yale, nos Estados Unidos.


 

Para esquecer menos, a pesquisadora Ana Alvarez, autora do livro Deu Branco, sugere disciplina, treino e relaxamento. Segundo ela, grande parte dos lapsos de memória é fruto de desatenção. Por isso, incluir na rotina o uso de agenda e organizar objetos de maneira lógica previne esquecimentos. Outro bom artifício é exercitar o cérebro com coisas que exijam concentração, como mudar o trajeto habitual para o trabalho ou ler um bom livro.


 

Faça uso de agenda e anote os compromissos diários de forma organizada.

Guarde objetos sempre no mesmo lugar, de acordo com função e categoria.

Para gravar números, faça associações verbais, como a data de aniversário, casamento etc.

Evite fumo, drogas e álcool, que podem lesar partes do cérebro envolvidas no processo de memória.

Pratique exercícios físicos. A atividade melhora a circulação sanguínea e, com isso, o cérebro fica mais irrigado e oxigenado.

Durma bem. Uma boa noite de sono deixa o cérebro alerta, assim como a memória.


 

TESTE: COMO ANDA SUA MEMÓRIA?

Assinale em cada questão: S: Sempre CF: Com frequência AV: Às vezes         R: Raramente


 

Você esquece-se de...


 

1. Encontros marcados?

2. Pagar prestação na data certa?

3. Dar recados?

4. Tarefas assumidas há muito tempo?

5. Apagar a chama do fogão?

6. Aniversários de parentes?

7. Nomes de pessoas conhecidas ou de famosos?

8. Nomes de ruas?

9. Fatos recentes, como o que comeu no café da manhã?

10. Onde guardou os óculos ou a carteira?


 

É comum...


 

1. Chegar a um lugar e não saber o que deve fazer?

2. Ir ao supermercado e não lembrar o que ia comprar?

3. Repetir uma história ou uma piada?

4. Ter uma palavra na ponta da língua e não lembrar?

5. Esquecer o que estava falando no meio da conversa?

6. Pular detalhes importantes tornando a narrativa sem sentido?


 

Tem dificuldade para...


 

1. Aprender coisas novas, como regras de um jogo ou instruções de uso de um aparelho ou Internet?

2. Encontrar o caminho para ir a lugares desconhecidos?

3. Mudar caminhos habituais quando há trânsito ou desvios?

4. Retomar o que estava fazendo antes de ser interrompida?

5. Planejar os afazeres do dia, deixando tempo suficiente para tudo?

6. Entender os manuais de eletrodomésticos?


 

Se você respondeu:


 

Com frequência mais de 12 vezes: está na hora de começar a fazer exercícios para corpo e mente.

Sempre pelo menos 18 vezes: é preciso buscar ajuda de um especialista.

Raramente mais de 12 vezes: sua memória está bem.

Às vezes em até 11 questões: as falhas de memória podem provavelmente ser temporárias.



 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cozinha inimiga dos micróbios

O que muita gente não sabe, é que mais intoxicações alimentares são de ingestão de alimentos preparados em casa (27%) do que daqueles de bares, padarias ou restaurantes (24%).

O levantamento foi feito pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo entre 1998 e 2008. Creches, escolas e asilos ficaram em primeiro lugar – com 39% das ocorrências.

Existe bastante confusão sobre o que fazer para que a cozinha se torne inimiga dos micróbios e bactérias. Queremos acabar com eles:

Tábua de madeira: dê preferência a tábua de polietileno. A de madeira, por ter uma superfície porosa, é um convite ao acúmulo de sujeira. De qualquer maneira, lave bem toda vez depois de usá-las.

Sabe o lixinho em cima da pia? O ideal é que lixo fique mesmo no chão. Se estiver na pia, retire sempre os restos de comida, principalmente à noite, para não atrair insetos. Não se esqueça também de lavar a pia depois de preparar uma refeição.

Esponja sem restos. Seja de sabão ou sujeira. Troque-a antes de ficar muito estragada. Para desinfetá-la, mergulhe-a em uma solução de cloro por 15 minutos, na proporção de 1 colher de sopa por litro de água.

Lave as mãos. Essa recomendação é só para lembrar o que todo mundo já sabe. As mãos carregam microorganismos, sendo fácil transmitir doenças.

Sem preguiça para lavar a louça! A crosta formada pelos restos de alimentos em pratos e panelas é a moradia ideal para as bactérias, ainda mais quando estiver calor. Portanto, não deixa aquela pilha de louça suja acumular.

Lugar de comida quente é na geladeira, afirmam os especialistas. Derrubando mitos, o certo é que a comida fique no máximo duas horas em temperatura ambiente para não ficar vulnerável. Para evitar a retenção de calor, deixe o recipiente sem tampa nas primeiras duas horas que estiver na geladeira.

Frutas e verduras bem limpas. Retire as partes 'machucadas', lave o restante com água e deixe de molho em uma solução clorada por dez minutos. O vinagre só ajuda a reduzir o número de bactérias indesejáveis.

Jogue fora rápido o que estiver estragado. Um alimento em mau estado na geladeira pode estragar os outros se não for descartado rápido. Isso chama contaminação cruzada – transferência de micróbios de um alimento para outro.

Preste atenção. Saiba quais são os alimentos mais vulneráveis a serem contaminados:

1° ovos
2° carnes
3° sobremesa
4° água
5° leite e derivados

terça-feira, 18 de maio de 2010

Diabetes, uma epidemia em todo o mundo

O diabetes é uma epidemia que já afeta mais de 200 milhões de pessoas no mundo. Até 2025, a previsão é de que esse número chegue a 380 milhões. A doença apresenta altos índices de novos casos e mortalidade, além de ter significante custo social e financeiro para a sociedade e os sistemas de saúde.


 

O diabetes mellitus é uma doença de causa múltipla, que ocorre quando o organismo deixa de produzir insulina ou quando a substância deixa de atuar de forma eficaz. Como consequência, há o aumento da taxa de glicose no sangue (hiperglicemia). A insulina, produzida pelo pâncreas, é essencial para que o corpo funcione bem e utilize a glicose (açúcar) como principal fonte de energia. Manter uma alimentação saudável, peso em níveis normais e praticar atividade física regularmente são hábitos que ajudam a prevenir a doença.


 

Tipos mais frequentes de diabetes:


 

Tipo1 - diabetes mellitus insulinodependente.


 

Geralmente ocorre em crianças, jovens e adultos jovens, que utilizam insulina injetável para o seu controle.


 

Tipo 2 - diabetes mellitus não insulinodependente


 

É o tipo mais frequente de diabetes, aparece geralmente após os 40 anos de idade.


 

Diabetes gestacional -  Surge na gravidez, sobretudo em mulheres que têm mais de 30 anos;


 

• que parentes próximos com diabetes;

• que já tiveram filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer;

• que já tiveram abortos ou filhos natimortos;

• que são obesas ou aumentaram muito de peso durante a gestação.


 

Principais sintomas


 

Diabetes tipo 1 e tipo 2 descontrolado: fome excessiva


 

Diabetes tipo 1 e tipo 2 descontrolado: perda de peso


 

Diabetes tipo 2: ganho de peso, grande volume de urina, urina doce, desânimo, fraqueza, cansaço físico.


 

Estes sintomas são os mais frequentes e não aparecem isolados. No diabetes tipo 1, surgem de maneira rápida e, no diabetes tipo 2, eles podem estar ausentes ou aparecem de forma lenta e gradual junto a outros sintomas, como:


 

• sede excessiva

• lesões de difícil cicatrização (principalmente nas pernas ou nos pés)

• infecções frequentes (pele, urina e dos órgãos genitais)

• alterações visuais


 

Fatores de risco


 

O diabetes pode comprometer a saúde sem que surjam sintomas. Pessoas com histórico familiar ou propensas a desenvolver a doença devem ficar atentas e fazer exames regularmente. São fatores de risco:


 

• Ter parentes (pais, irmãos, tios etc.) com diabetes;

• Excesso de peso (especialmente do tipo abdominal);

• Vida sedentária (não faz atividade física);

• Ter mais de 40 anos e fazer tratamento para pressão alta, ter colesterol e triglicerídeos elevados, usar medicamentos diabetogênicos (corticóides, anticoncepcionais etc.), ter dado à luz filhos com mais de 4 kg ou sofrido abortos e/ou natimortos.


 

O texto acima faz parte da campanha do Ministério da Saúde para alertar a população dos perigos dessa doença que muitas vezes só é detectada quando já está em grau avançado dificultando o tratamento e aumentando os problemas decorrentes.