BBC Fibra de algas Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha afirma que algas marinhas podem ser usadas para combater a obesidade. A equipe de cientistas da Universidade de Newcastle descobriu que os alginatos, uma fibra extraída das algas, ajudam o corpo a reduzir a absorção de gordura em até 75%. O índice é melhor do que a maioria dos tratamentos contra obesidade. Pão com fibras Os cientistas estão fazendo testes com a fibra adicionada a pão, para determinar o efeito que ela teria em uma dieta normal. "Essa pesquisa sugere que se nós podemos adicionar fibras naturais a produtos usados diariamente, como pães, biscoitos e iogurtes, até três quartos da gordura contida em uma refeição podem passar diretamente pelo corpo", afirma Iain Brownlee, da equipe de pesquisadores de Newcastle. "Nós já adicionamos o alginato ao pão e testes iniciais de gosto têm sido extremamente animadores." Estômago artificial Alginatos já são atualmente adicionados a alguns alimentos em pequenas quantidades, para aumentar a sua consistência. Os cientistas usaram um "estômago artificial" para testar a eficácia dos 60 tipos diferentes de fibras naturais ao medir o quanto cada um afeta a digestão da gordura. O estômago artificial é um aparelho que replica as reações físicas e químicas do estômago humano. As descobertas foram apresentadas na Sociedade Americana de Química, durante uma conferência em San Francisco, nos Estados Unidos. Curas milagrosas Para o diretor do National Obesity Fórum (NOF), uma entidade britânica que reúne médicos e estudiosos, a descoberta é "interessante". "A pesquisa parece interessante, mas nós só podemos começar a recomendar [as algas] se os cientistas conseguirem gerar boas provas após testes rigorosos." "Há inúmeros relatos de curas milagrosas para se perder peso, mas apenas alguns poucos casos têm evidência científica sólida para amparar esses relatos."
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Algas marinhas podem ajudar a reduzir obesidade
quinta-feira, 18 de março de 2010
Horários flexíveis de trabalho têm efeitos positivos sobre a saúde
Redação do Diário da Saúde
Trabalho que faz bem para a saúde Há evidências científicas suficientes para sustentar que a flexibilidade no horário de trabalho é benéfica para a saúde dos trabalhadores se lhes for permitido estabelecer seus próprios padrões pessoais de trabalho. A conclusão é de uma revisão feita por cientistas da Universidade de Durham, na Inglaterra, cobrindo diversas pesquisas científicas armazenadas na biblioteca médica Cochrane. Horário flexível de trabalho Nos países escandinavos, condições de trabalho flexíveis para os trabalhadores que têm famílias são comuns. No ano passado, o governo britânico ampliou uma legislação anterior que permitia que pais de crianças pequenas solicitassem a flexibilização nos horários de trabalho - agora, todos os pais com filhos menores de 16 anos têm o direito de requerer condições de trabalho flexíveis. Embora se assuma que tais políticas são benéficas aos trabalhadores, é importante tentar entender os impactos específicos sobre a saúde em mais detalhes para que essas medidas possam ser ampliadas e serem otimizadas de forma a oferecer os maiores benefícios possíveis. Escolhendo o horário de trabalho A chamada Revisão Sistemática Cochrane incluiu dez estudos que pesquisaram as diferentes formas de trabalho flexível. O conjunto dos estudos envolveu um total de 16.603 pessoas. A conclusão é que o auto-agendamento das horas de trabalho tem os impactos mais positivos sobre uma série de marcadores de saúde, incluindo pressão arterial, qualidade do sono e saúde mental. Em uma das pesquisas revisadas, por exemplo, policiais que foram capazes de mudar seus horários de trabalho mostraram melhorias significativas no bem-estar psicológico em relação a policiais que começavam a trabalhar em um horário fixo. Trabalho flexível "O trabalho flexível parece ser mais benéfico para a saúde e o bem-estar quando as pessoas controlam seus próprios padrões de trabalho, mais do que quando são os empregadores que estão no controle," afirma a Dra Clare Bambra, que participou da revisão. "Nós precisamos saber mais sobre como os efeitos do trabalho flexível sobre a saúde são experimentados por diferentes tipos de trabalhadores, por exemplo, comparando as mulheres aos homens, os mais velhos aos mais jovens e os mais qualificados com os não-qualificados," acrescenta Kerry Joyce, coautora do estudo. "Isto é importante porque alguns tipos de trabalho flexível parecem estar disponíveis apenas para os trabalhadores com ocupações de status mais alto e isso pode servir para aumentar as diferenças existentes em matéria de saúde entre os grupos sociais," explica a pesquisadora. Controle sobre o trabalho "Essas descobertas certamente darão aos empregadores e aos empregados algo no que pensar. Estar no controle sobre como e quando nós vamos trabalhar é bom para nós e tem benefícios óbvios para a saúde. Os funcionários que são capazes de adaptar seus horários de trabalho para que eles se encaixem com o restante de suas vidas sentem-se muito melhor," conclui a Dra Bambra.
terça-feira, 16 de março de 2010
Proteína da banana evita transmissão sexual do HIV
BBC Banana contra a Aids Um estudo publicado nesta segunda-feira, realizado por pesquisadores norte-americanos, revela que uma classe de proteína presente nas bananas pode prevenir a transmissão sexual do vírus da Aids. Segundo os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, a lectina BanLec é um inibidor natural do HIV "tão potente quanto duas das principais drogas utilizadas atualmente no tratamento da doença". BanLec A pesquisa publicada na mais recente edição da revista especializada Journal of Biological Chemistry explica que o BanLec bloqueia a ação do vírus HIV antes que ele possa se fixar às células sanguíneas. As lectinas como a BanLec têm despertado interesse cada vez maior dos pesquisadores justamente por serem uma classe de proteína que se liga a carboidratos e é capaz de identificar invasores. Assim, quando um vírus aparece, ela pode ligar-se a ele, impedindo a propagação de infecções. No caso do HIV, a BanLec pode ligar-se à cobertura rica em carboidratos do vírus e bloquear sua propagação no corpo humano. A pesquisa defende ainda que, por sua forma de ação, a BanLec pode oferecer uma "proteção mais ampla". Mutações do vírus "O problema com algumas das drogas anti-HIV é que o vírus pode sofrer mutações e tornar-se resistente, mas isso é muito mais difícil na presença das lectinas. Elas podem se ligar aos carboidratos presentes em diversas partes da cobertura do HIV, e isso presumivelmente exigirá múltiplas mutações para que o vírus consiga livrar-se delas", explicou Michael Swanson, um dos autores do trabalho. Essa não seria a única vantagem da BanLec, que seria também mais barata do que os atuais coquetéis anti-Aids. Os cientistas de Michigan defendem em seu relatório que a descoberta de novas formas de prevenção e controle da Aids são essenciais, justamente porque a cada duas pessoas que adquirem acesso ao tratamento com o coquetel de drogas, cinco contraem o vírus. Microbicida "O HIV ainda está descontrolado nos Estados Unidos e a explosão em países pobres continua a ser um problema sério por causa do tremendo sofrimento humano e do custo para tratar os pacientes", disse outro autor da pesquisa, David Marvovitz. Nesse contexto, o uso de um microbicida à base de BanLec, em forma de gel ou creme a ser espalhado nos órgãos sexuais masculino e feminino, pode ser um grande ganho no combate à disseminação da Aids. Mas o grupo de Michigan enfatiza que ainda levará anos até que o uso clínico do BanLec seja possível.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Chá de folha de papaia revela ação surpreendente contra o câncer
Redação do Diário da Saúde Chá de folha de papaia O humilde mamão papaia está ganhando na medicina ocidental a credibilidade que ele possui há gerações na cultura popular: o de ser um alimento com poderes anticancerígenos. O pesquisador Nam Dang, da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, juntamente com colegas do Japão, documentaram o dramático efeito anticancerígeno do mamão papaia ao entrar em contato com diversos tumores cultivados em laboratório, incluindo cânceres do
Os pesquisadores usaram um extrato feito a partir das folhas secas do mamão, e os efeitos anticancerígenos foram mais fortes quando as células receberam doses mais elevadas do chá de folha de papaia.
Outras pesquisas já demonstraram os efeitos benéficos da papaína, um outro composto do mamão papaia, contra uma série de outras condições médicas, sobretudo na cicatrização de ferimentos.
Reforço do sistema imunológico
Em um artigo publicado no periódico científico Journal of Ethnopharmacology, Dang e seus colegas documentaram também pela primeira vez que o extrato de folha de mamão papaia estimula a produção das principais moléculas de sinalizadoras chamadas citocinas de tipo Th1.
Esta regulação do sistema imunológico, além do efeito antitumoral direto do papaia sobre vários tipos de câncer, sugere possíveis estratégias terapêuticas que usem o sistema imunológico para combater cânceres.
O extrato de mamão papaia não tem qualquer efeito tóxico sobre as células normais, evitando uma consequência comum e devastadora da maioria dos regimes terapêuticos contra o câncer, nomeadamente os conhecidos efeitos colaterais da quimioterapia.
Mamão papaia contra o câncer
O sucesso do extrato de mamão em agir sobre o câncer sem apresentar toxicidade é consistente com os relatórios de populações indígenas na Austrália e no Vietnã, afirma Dang.
"Baseado no que tenho visto e ouvido em ambiente clínico, ninguém que tenha tomado este extrato sofreu com qualquer toxicidade; parece que você pode tomá-lo por longos períodos, principalmente porque ele dá resultados," disse o cientista.
Os pesquisadores expuseram 10 tipos diferentes de culturas de células cancerosas a quatro concentrações diferentes do chá do extrato de folha de mamão papaia e mediram o efeito após 24 horas. O papaia retardou o crescimento dos tumores em todas as culturas.
Extrato de folha de mamão
Para identificar o mecanismo pelo qual o extrato de papaia interfere no crescimento das culturas tumorais, a equipe concentrou-se em uma linhagem de células de linfoma T. Seus resultados sugerem que pelo menos um dos mecanismos utilizados pelo extrato de mamão é induzir a morte celular.
Em uma análise similar, a equipe também verificou o efeito do extrato de mamão papaia sobre a produção de moléculas antitumorais conhecidas como citocinas. O chá de folhas de mamão induziu a produção de citocinas tipo Th1, que são importantes na regulação do sistema imunológico.
Por esse motivo, os resultados do estudo levantam a possibilidade de um uso futuro dos componentes do extrato de folha de mamão em tratamentos relacionados a deficiências do sistema imunológico, como inflamações, doenças auto-imunes e cânceres.
quarta-feira, 10 de março de 2010
PREVENCAO DE CANCER
Hábitos Alimentares |
Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago. Como Prevenir-se Desde a infância até a idade adulta, o ganho de peso e aumentos na circunferência da cintura devem ser evitados. O índice de massa corporal (IMC) do adulto (20 a 60 anos) deve estar entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. Com IMC acima de 30 a pessoa é considerada obesa. O IMC é calculado dividindo-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m). Veja a fórmula.
Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos, que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. Esses tipos de alimentos também podem bloquear ou reverter os estágios iniciais do processo de carcinogênese e, portanto, devem ser consumidos com freqüência. |
sábado, 6 de março de 2010
Como Cuidar dos Dentes de Crianças Pequenas?
Como posso cuidar dos dentes dos meus filhos na idade entre um e três anos?
Ensinar bons hábitos de higiene bucal para seus filhos é uma das melhores lições de saúde que você pode ensinar a eles. Isto significa ajudá-los a escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia, mostrar a maneira certa de usar o fio dental, incentivá-los a comer pouco entre as refeições e sempre ir ao dentista.A maioria dos dentistas recomenda que as crianças devam começar a ir ao dentista com dois anos de idade. Isto dá ao profissional a oportunidade de acompanhar o crescimento e o desenvolvimento dos dentes do seu filho e, além disso, você pode aprender vários tópicos, como os dentes se desenvolvem, a importância do flúor, como ajudar seu filho a cuidar bem dos dentes, como lidar com o uso da chupeta, sobre a alimentação e como prevenir ferimentos na boca.Nunca deixe de dizer que é bom ir ao dentista. Explique a seu filho que uma consulta com o profissional ajuda manter a boa higiene bucal. Ao transmitir uma atitude positiva, você estimulará o seu filho a ir ao dentista regularmente.
O que devo fazer quando os dentes do meu filho começarem a nascer?
Os dentes começam a nascer quando o bebê tem seis meses de idade e continuam a erupcionar até o terceiro ano de idade. Isto faz com que muitas crianças tenham gengivas mais sensíveis e irritáveis nesta época. Pode-se massagear a gengiva usando o dedo, uma colher fria ou um mordedor que foi colocado na geladeira. Também há a possibilidade do uso de gel e medicamentos contra a dor no período em que os dentes estão aparecendo. Fale com seu dentista ou pediatra sobre estes medicamentos. Se seu filho estiver com febre durante o aparecimento da dentição, o melhor é avisar seu médico para garantir que a febre não esteja relacionada com outro problema.
Qual é a maneira certa de escovar os dentes do meu filho pequeno?
Primeiramente é importante estar ao lado de seu filho no momento da escovação até ele atingir a idade de seis anos. Siga as indicações abaixo:
- Use uma pequena quantidade de creme dental com flúor. Não deixe seu filho engolir o creme.
- Use uma escova macia. Primeiro limpe as superfícies internas dos dentes, onde o acúmulo de placa é maior. As cerdas da escova devem estar em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Escove suavemente para frente e para trás.
- Escove todas as superfícies dos dentes voltadas para a bochecha. As cerdas da escova devem estar em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Escove suavemente para frente e para trás.
- Escove a superfície de mastigação dos dentes, para frente e para trás.
Chupar o dedo faz mal? Como posso evitar isto?
O reflexo de sugar é normal e saudável nos bebês. Mas, o hábito de chupar o dedo pode causar problemas de desenvolvimento da boca e do queixo, e afetar a posição dos dentes, principalmente se continuar depois que os dentes permanentes tiverem nascido. O resultado disso pode ser dentes anteriores que nascem inclinados para fora, ou mordida aberta. Isto pode causar problemas na vida adulta, como, por exemplo, dentes que se desgastam rapidamente, maior número de cáries e desconforto ao mastigar. As chupetas também podem causar danos parecidos, se usadas após a erupção dos dentes permanentes.
A melhor maneira de tratar o hábito de chupar o dedo é através de estímulos positivos, não de palavras e comportamentos negativos. Para seu filho, o hábito de chupar o dedo é uma coisa natural. Elogie seu filho quando não estiver chupando os dedos. Talvez seja preciso resolver o problema de ansiedade que leva seu filho a ter este hábito. Você pode conscientizar seu filho que ele tem este hábito, colocando um esparadrapo no dedo que ele chupa ou uma meia em sua mão à noite. Seu dentista ou pediatra pode receitar um medicamento com sabor amargo para passar no dedo o que leva a criança a perder este hábito com mais facilidade.
CALENDARIO DE VACINACAÇÃO
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(1) A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de 03 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose. (4) É possível administrar a segunda dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida). O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 4 semanas. (5) A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem. |